O técnico do Internacional, Paulo Pezzolano, confirmou que possui uma cláusula contratual que permite a rescisão de vínculo caso seja convidado para comandar a seleção do Uruguai. A declaração foi feita nesta terça-feira (30), durante entrevista à imprensa uruguaia, em meio às especulações sobre o futuro da Celeste após a Copa do Mundo de 2026.
Apesar de admitir que dirigir a seleção de seu país é uma aspiração profissional, o treinador afirmou que sua prioridade, neste momento, é o trabalho no Colorado. Pezzolano destacou que a equipe está em período de pré-temporada e que concentra seus esforços na preparação para a sequência de compromissos do Campeonato Brasileiro.
O treinador ressaltou que o calendário do Internacional nas próximas semanas será desafiador, com confrontos diante de Cruzeiro, Athletico Paranaense, Flamengo, Corinthians e Palmeiras. Segundo ele, o objetivo é aprimorar o desempenho tático e físico da equipe para iniciar essa sequência em boas condições.
Ao comentar a cláusula prevista em contrato, Pezzolano explicou que esse tipo de condição é natural para profissionais que têm o desejo de representar a seleção nacional. Segundo o uruguaio, um eventual convite da Associação Uruguaia de Futebol seria encarado como uma oportunidade especial.
A possibilidade ganhou força após a eliminação do Uruguai ainda na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. O atual técnico da seleção, Marcelo Bielsa, é apontado como próximo de deixar o cargo, e Pezzolano aparece entre os nomes cotados para a sucessão, ao lado de Diego Aguirre e Marcelo Gallardo.
Enquanto a definição sobre o comando da seleção uruguaia não acontece, Pezzolano segue à frente do Internacional, concentrado na preparação da equipe para a retomada das competições nacionais.




