A comissão julgadora da 31ª Tafona da Canção Nativa definiu, no último fim de semana (25 e 26 de abril), as 12 composições classificadas para a fase final do festival, que ocorre em Osório. Ao todo, 542 canções inéditas foram inscritas nesta edição, consolidando o evento como um dos principais festivais nativistas do Rio Grande do Sul.
A seleção foi realizada por um corpo avaliador formado por nomes ligados à música regional: Loma Pereira, Luciano Maia, Oristela Alves, Rodrigo Munari e Tuny Brum.
O festival será realizado entre os dias 21 e 23 de maio, no CTG Estância da Serra, reunindo apresentações das músicas concorrentes e shows musicais dentro da programação. O evento é promovido pela Prefeitura de Osório, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Juventude.
As 12 canções classificadas são:
- “Amália Que Benze” (letra: Su Paz | melodia: Kauanny Klein)
- “Bah 2!!!” (letra e melodia: Renato Júnior)
- “Campeando Tecla de Gaita” (letra: Alex Brondani e Mateus Brum Huppes | melodia: Igor Tadielo)
- “Cada Milonga em Mim” (letra e melodia: Anderson Mireski)
- “Canarinha” (letra e melodia: Érlon Péricles)
- “Dois Corações” (letra: Mario Tressoldi | melodia: Chico Saga)
- “Criada Guacha” (letra: Heleno Cardeal, in memoriam | melodia: Lanes Cardeal)
- “No Mangueirão do Saleiro” (letra: João Pedro Rossi e Fábio Neuls | melodia: Fábio Neuls e João Paulo Deckert)
- “Quartos de Lua” (letra: Ivan Therra | melodia: Adriano Sperandir)
- “Peninsular” (letra: Diego Müller | melodia: Juliano Gonçalves)
- “Ponto de Amô” (letra: Mario Amaral | melodia: Zulmar Benitez)
- “Sou Preto, de Maçambique e Quicumbi” (letra: Carlos Hanh | melodia: Pedro Guerra Pimentel)
Também foram definidas três canções suplentes, que poderão ser chamadas em caso de desistência:
- “Nas Asas Brancas da Alma”
- “Filhas do Vento”
- “1007 Horas”
Reconhecida por valorizar a cultura gaúcha e a produção musical inédita, a Tafona da Canção Nativa chega à sua 31ª edição reforçando o papel de Osório como referência no cenário nativista e cultural do Estado.




