Estudo aponta 16,5 mil mortes ligadas ao calor extremo no verão europeu

Foto: AP Photo/Andrew Medichini

Um estudo conduzido por pesquisadores de instituições britânicas, entre elas o Imperial College London, estimou que cerca de 16,5 mil pessoas morreram no verão europeu de 2025 em consequência das altas temperaturas. A pesquisa analisou dados de 854 cidades, concluindo que o calor foi responsável por 68% do total de 24,4 mil mortes registradas por condições relacionadas a altas temperaturas no período.

Segundo os cientistas, entre 1º de junho e 31 de agosto, as temperaturas diárias ficaram, em média, 2,2°C acima do esperado. O aumento foi associado diretamente à queima de combustíveis fósseis e ao desmatamento, fatores que, segundo os pesquisadores, intensificam as alterações climáticas.

A Itália foi o país mais afetado, com 4.597 mortes atribuídas ao calor, seguida por Espanha (2.841), Alemanha (1.477), França (1.444) e Reino Unido (1.147). Entre as capitais, Roma liderou com 835 óbitos, à frente de Atenas (630) e Paris (409). O levantamento indica ainda que 85% das vítimas tinham mais de 65 anos.

De acordo com a pesquisa, a transição para energias renováveis é considerada uma medida essencial para reduzir os riscos de mortalidade em futuras ondas de calor.

Redação TV Litoral

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