Uma semana após o desabamento de mais um trecho da plataforma de pesca de Atlântida, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, a Prefeitura de Xangri-Lá avalia a realização de uma parceria público-privada (PPP) para revitalizar o local. A estrutura, considerada um dos principais pontos turísticos da região, segue interditada há mais de um ano e meio e tem sua responsabilidade legal discutida na Justiça.
O novo colapso — provocado pela força da maré durante a passagem de um ciclone extratropical — destruiu cerca de 25 metros da plataforma. Segundo laudo técnico elaborado pelo Laboratório de Ensaios de Modelos Estruturais (Leme), da UFRGS, a área afetada já havia sido apontada anteriormente como comprometida. A análise também indica que partes remanescentes da estrutura ainda estão em boas condições e poderiam ser aproveitadas.
A administração municipal aguarda agora a emissão do licenciamento ambiental e do termo de referência estrutural, necessários para avançar no processo de concessão. A intenção é viabilizar a reforma e manutenção do espaço com apoio da iniciativa privada.




